Quinta-Feira, 05 de Novembro Paraguaçu Paulista 24ºC - 17ºC veja mais

Estudo indica que vacinas aumentam proteção de quem já teve covid-19

30/12/2021 - Aplicação da 2ª dose elevou o nível de proteção contra reinfecções


Estudo indica que vacinas aumentam proteção de quem já teve covid-19

Pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) publicaram hoje (29) um estudo sobre vacinas contra covid-19 usadas no Brasil que aumentam a proteção contra o SARS-CoV-2 em quem já teve a doença previamente. O trabalho foi publicado em formato preprint no site Medrxiv, o que significa que ainda precisa ser revisado por outros cientistas.

Os pesquisadores avaliaram 22.565 indivíduos acima dos 18 anos que tiveram dois testes de RT-PCR positivos e 68 mil que tiveram teste positivo e depois negativo, entre fevereiro e novembro deste ano.

Segundo o artigo, a vacinação com as duas doses de AstraZeneca, Pfizer e CoronaVac, ou com a dose única da Janssen, foi capaz de reduzir reinfecções sintomáticas e casos graves da doença em quem já havia contraído a covid-19 anteriormente. A pesquisa mostrou que, quando a vacina requer duas doses, a aplicação da segunda dose de fato elevou o nível de proteção contra reinfecções nos indivíduos estudados.

Principal pesquisador responsável pelo estudo, Julio Croda, da Fiocruz Mato Grosso do Sul, explica que análise contou com a base nacional de dados sobre notificação, hospitalização e vacinação e confirma a necessidade de completar o esquema vacinal mesmo em quem já teve covid-19.

“A importância de ser vacinado é a mensagem principal, e a necessidade dessas duas doses para maximizar a proteção. Vemos que alguns países chegam a recomendar apenas uma dose para quem teve covid-19, por considerar que estes já contam com um certo nível de anticorpos neutralizantes. Mas esse tipo de avaliação de efetividade na vida real mostra que há um ganho adicional com a segunda dose. É um ganho substancial contra as formas graves", disse ele em entrevista à Agência Fiocruz de Notícias.

Ao analisar os dados, os pesquisadores descobriram que, após a infecção inicial, a efetividade contra doença sintomática 14 dias após o esquema vacinal completo é de 37,5% para a CoronaVac, 53,4% para AstraZeneca, 35,8% para Janssen e 63,7% para Pfizer. Já a efetividade contra hospitalização e morte, também após 14 dias da aplicação, é 82,2% com a CoronaVac, 90,8% com a AstraZeneca, 87,7% com a Pfizer e 59,2% com a Janssen. O estudo completo pode ser acessado em inglês no site Medrxiv.

Fonte: Agência Brasil



MAIS NOTÍCIAS

Atleta paraguaçuense fatura medalha de ouro em campeonato de jiu-jitsu em Votuporanga

Kauan Martins de Figueiredo é integrante da equipe Lótus Club AFC.

Torneio de Vôlei de Areia 2026 agitou a AFC no último fim de semana

Centenas de atletas passaram pelo local no sábado e no domingo, dias 31 de outubro e 1º de novembro.

Câmara aprova lei que reserva imóveis em programas habitacionais para pessoas com deficiência

Projeto de Lei é do vereador Daniel Faustino e prevê reserva de 5% das unidades habitacionais.

Câmara parabeniza equipes femininas de Vôlei Adaptado de Paraguaçu Paulista

Atletas foram homenageadas pela inédita classificação na Final Estadual da Superliga

TOR prende traficante boliviana com mais de 9 kg de skunk oculto em malas em Palmital

Policiais descobriram os fundos falsos, onde estavam escondidos 13 tabletes de skunk.

Anvisa aprova primeiro medicamento de GLP-1 oral para obesidade

Wegovy só era disponível no Brasil em forma de caneta injetável

Homem é preso por perseguir adolescente após mãe da vítima segurá-lo no quintal de casa em Botucatu

Jovem já tinha medida protetiva contra o suspeito, que rondava a casa e a escola dela.

Pedestre morre após ser atropelado duas vezes em rodovia em Itápolis

Vítima já estava caída na pista quando foi atingida por um segundo veículo.

ANUNCIE DIVULGUE