Segunda-Feira, 26 de Janeiro Paraguaçu Paulista 32ºC - 18ºC veja mais

Anvisa quer mais dados para autorizar uso de vacina produzida na Índia

05/01/2021 - Pedido foi feito em reunião com representantes da Fiocruz.


Anvisa quer mais dados para autorizar uso de vacina produzida na Índia

Em nova reunião com representantes da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) reforçou ontem (4) o pedido de mais informações para liberar a autorização emergencial do uso das doses da vacina contra a covid-19 que serão importadas do Serum Institute of India, que produz o imunizante da Oxford eAstraZeneca na Índia. Lá, o uso emergencial já foi aprovado.

No dia 31 de dezembro de 2020, a Anvisa autorizou a importação, em caráter excepcional, de 2 milhões de doses da vacina britânica da Oxford, produzida em parceria com a Fiocruz no Brasil. As doses importadas foram fabricadas. Em nota, a agência reguladora informa que fez, na manhã desta segunda-feira, uma reunião para tratar da submissão do protocolo do uso emergencial das doses da vacina.

Na reunião, representantes da Fiocruz apresentaram os dados já de posse da fundação. Na ocasião, a agência reguladora listou informações, ainda aguardadas pela Fiocruz, que são necessárias para que esta possa pedir autorização para uso emergencial da vacina no Brasil.

“Na reunião, a Fiocruz mostrou que está empenhada para que essas informações sejam reunidas e apresentadas à Anvisa com a maior brevidade”, diz a nota.

A Anvisa que saber se o produto do fabricante indiano é semelhante ao fabricado no Reino Unido, que teve os dados clínicos aprovados, e se o método de produção e os materiais utilizados são os mesmos.

A vacina com a importação aprovada foi a produzida na Índia pela Serum Institute of India. A empresa produz a vacina da AstraZeneca, na Índia. Lá, o uso emergencial já foi aprovado.

“Para a autorização, a agência precisa avaliar os estudos de comparabilidade entre a vacina do estudo clínico, que é fabricada no Reino Unido, com a vacina fabricada na Índia, bem como os dados de qualidade e condições de boas práticas de fabricação e controle”, acrescenta o texto.

Segundo a Anvisa, as informações servirão para avaliar a equivalência da vacina produzida na Índia quanto à resposta da imunogenicidade. O termo diz respeito à habilidade de a vacina ativar resposta ou reação imune contra o coronavírus, tais como o desenvolvimento de anticorpos específicos, respostas de células T, reações alérgicas ou anafiláticas. “Ou seja, é necessário entender se o produto do fabricante indiano é semelhante ao fabricado no Reino Unido e que teve os dados clínicos aprovados”, reforça a Anvisa.

A agência diz ainda que não fará nenhum retrabalho durante sua análise e que já tem trabalhado para aproveitar a análise de agências de referência e focar em questões que são específicas para o Brasil. “A Anvisa e a Fiocruz seguem em comunicação para otimizar as avaliações e a entrega dos documentos necessários par avaliação e decisão da agência”, informa a Anvisa.

 

Fonte: Agência Brasil



MAIS NOTÍCIAS

Morador de Paraguaçu Paulista reúne a família e amigos para celebrar seus 105 anos de vida

José Bonfim revela o segredo de sua longevidade e deixa claro o amor pela família.

Novidades imperdíveis na Atrevida Modas

A Atrevida Modas fica na Rua Irmã Gomes, esquina com a Av. Brasil, no centro de Paraguaçu Paulista

Tudo o que você precisa em um só lugar: celulares, carregadores, secadores e câmeras na Calcevest

A Calcevest fica na Rua XV de Novembro, nº 455, no centro de Paraguaçu Paulista

Confira as ofertas especiais neste fim de semana no Açougue do Hermes

Avenida Galdino, nº 1173, em Paraguaçu Paulista

Polícia apreende máquinas caça-níqueis e de jogo do bicho em bar no centro de Paraguaçu Paulista

Após denúncia, policiais flagraram equipamentos em funcionamento no estabelecimento.

Casal é preso e investigado por maus tratos a duas crianças em Assis

Crianças foram encontradas em ambiente insalubre, com sujeira extrema e lixo espalhado.

Prefeitura repudia vandalismo no Cemitério e afirma que fiscalização no local é contínua

Empresário paraguaçuense denunciou que local tinha túmulos violados, com ossadas humanas expostas.

Energia furtada na região em um ano daria para abastecer mais de 3 mil famílias

Concessionária identifica mais de 610 mil kWh de energia desviada em 2025.

ANUNCIE DIVULGUE