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Professor é preso por pedofilia em Assis

10/03/2020 - Polícia Civil fez operação de combate à pedofilia e estupro de vulnerável


Professor é preso por pedofilia em Assis

A Polícia Civil deflagrou uma operação para combater e investigar crimes de pedofilia e estupro de vulnerável nesta terça-feira (10). Um professor da rede municipal de Assis (SP) foi preso durante a manhã por armazenar conteúdo pornográfico envolvendo crianças no celular.

Segundo a Polícia Civil, a operação Novatam Vitam é feita através da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) e tem esse nome pois remete a ideia de possibilitar nova vida a crianças vítimas de exploração sexual.

A operação visa cumprir mandado de prisão temporária e mandados de busca e apreensão domiciliar em Assis e Marília, para combater os crimes previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

A investigação policial teve inicio a partir do registro de um boletim de ocorrência, no qual o denunciante informou que uma mulher que conheceu em um site de relacionamento começou a perguntar se ele tinha atração sexual por crianças e a enviar fotos de uma criança nua e outras em traje de banho.

A Polícia Civil identificou que a mulher era, na verdade, um professor da rede municipal, que inclusive ministra aulas para Educação Infantil. A linha telefônica dele estava cadastrada com dados falsos de outra professora.

A polícia constatou que o professor armazenava, em seus celulares, fotos e vídeos com cenas pornográficas e de sexo explícito envolvendo crianças e adolescentes. Por isso, o homem foi preso em flagrante em um hotel na Avenida Getúlio Vargas.

Os policiais também foram até o prédio da Secretaria Municipal de Educação e passaram cerca de meia hora no local, mas não encontraram nada de ilícito no ambiente de trabalho do investigado.

O homem foi levado para uma cela na Central de Polícia Judiciária de Assis e deve passar por audiência de custódia nesta terça-feira (10).

Em nota, a prefeitura de Assis, através da Secretaria Municipal de Educação, negou que o servidor da pasta é professor e disse também que ele não atua em sala de aula, mas ocupa cargo administrativo na sede da Secretaria. Disse ainda que a prefeitura vai colaborar com as investigações e que a acusação contra ele ocorre fora do serviço público.

 

Fonte: G1/Foto: TV TEM/Reprodução



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