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Polícia identifica organização criminosa suspeita de explorar mulheres sexualmente

25/03/2025 - Vítimas eram atraídas por falsas promessas de trabalho e depois eram privadas de liberdade.


Polícia identifica organização criminosa suspeita de explorar mulheres sexualmente

A Polícia Civil identificou uma organização criminosa suspeita de explorar mulheres sexualmente em cidades do noroeste paulista. Quatro pessoas foram presas. Mandados de busca e apreensão e de prisão foram cumpridos em boates de Auriflama (SP), Catanduva (SP) e Pereira Barreto (SP). As investigações apontam que as vítimas eram atraídas por falsas promessas de trabalho e depois eram privadas de liberdade.

As investigações começaram após uma mulher morrer em uma boate de Auriflama. O caso, inicialmente tratado como suicídio, passou a ser investigado como homicídio ou induzimento ao suicídio.

Durante as apurações, a polícia identificou que as vítimas, muitas delas em situação de vulnerabilidade, eram atraídas para trabalhar nesses locais e depois submetidas a controle psicológico e físico, privadas de sair de dentro dos estabelecimentos, além de ficarem sem alimentos e sem acesso à comunicação.

As mulheres também eram forçadas a consumir drogas vendidas pelos administradores das boates e contraíam dívidas. Algumas relataram à polícia terem sido vítimas de estupro sob ameaças ou como forma de “quitação” das dívidas. Há também indícios de envolvimento de menores de idade no esquema.

No total, 36 policiais participaram do trabalho e identificaram ao menos três boates que operavam de forma criminosa. Nos locais, foram apreendidas drogas, armas, celulares e cadernos de contabilidade. Os estabelecimentos foram fechados e lacrados por determinação judicial.

Entre os crimes investigados estão organização criminosa, favorecimento da prostituição, cárcere privado, estupro e homicídio. A delegada responsável pelo caso, Caroline Baltes, destacou a coragem das vítimas que denunciaram os abusos e reforçou o compromisso com a investigação.

As buscas continuam para identificar novas vítimas e resgatar possíveis mulheres ainda mantidas em cárcere. Denúncias podem ser feitas anonimamente pelo Disque Denúncia 181 ou diretamente na Delegacia de Polícia de Auriflama pelo telefone (17) 3482-1035.

Fonte: G1



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