Sexta-Feira, 17 de Julho Paraguaçu Paulista 0ºC - 0ºC veja mais

Inflação desacelera para todas as faixas de renda em agosto

13/09/2024 - Famílias que ganham muito pouco têm menor inflação acumulada: 3,72%.


Inflação desacelera para todas as faixas de renda em agosto

A inflação desacelerou para todas as classes de renda em agosto na comparação com julho deste ano. Para as famílias de renda muito baixa, ela recuou de 0,09% para -0,19% no mês passado. Para as famílias de renda alta, que registraram aumento de 0,80% em julho, o resultado de agosto ficou em 0,13%. Os dados são do Indicador Ipea de Inflação por Faixa de Renda, divulgado nesta quinta-feira (12) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

Todas as classes de renda apresentaram desaceleração da inflação acumulada em 12 meses. As famílias de renda muito baixa tiveram a menor inflação acumulada no período (3,72%), enquanto a faixa de renda alta anotou o percentual mais elevado (4,97%).

Os grupos alimentos e bebidas e habitação foram os principais pontos que influenciaram a queda inflacionária para praticamente todos os segmentos de renda. As deflações registradas em setores importantes - cereais (-1,3%), tubérculos (-16,3%), hortaliças (-4,5%), aves e ovos (-0,59%), leites e derivados (-0,05%) e panificados (-0,11%) - provocaram um forte alívio inflacionário, especialmente para as famílias de menor poder aquisitivo, visto que a parcela proporcionalmente maior do seu orçamento é gasta com a compra desses bens.

Energia elétrica

Em relação à habitação, a queda de 2,8% nos preços de energia elétrica – refletindo o retorno da bandeira tarifária verde e das reduções tarifárias em algumas capitais – contribuiu para diminuir a inflação em agosto.

No caso das famílias de renda alta, mesmo com a deflação dos alimentos, da energia e a queda de 4,9% nos preços de passagens aéreas, o reajuste de 0,76% das mensalidades escolares fez com que o grupo educação exercesse forte contribuição para a inflação dessa classe.

O aumento dos planos de saúde (0,61%), dos serviços médicos e dentários (0,72%) e das despesas pessoais (0,25%) também ajuda a explicar esse quadro de pressão inflacionária nos segmentos de renda mais elevada, em agosto.

“A desaceleração da inflação corrente em relação ao registrado em agosto do ano passado é explicada, em grande parte, pela melhora no desempenho dos grupos habitação e saúde e cuidados pessoais. No primeiro caso, a alta no preço da energia elétrica em 2023 (4,6%) ficou bem acima da queda apontada em 2024 (2,8%). Já para o grupo saúde e cuidados pessoais, o alívio inflacionário em agosto deste ano veio da deflação de 0,18% dos artigos de higiene, que contrasta com os reajustes de 0,81%, em agosto de 2023”, diz o Ipea.

Fonte: Agência Brasil



MAIS NOTÍCIAS

Nova gestão do Rotary Club realiza primeira reunião com homenagens a parceiros

Empresas receberam certificados em agradecimento pelo suporte fundamental no evento de posse.

Obra de posto de saúde abandonada no Lina Leuzzi vira abrigo para usuários de drogas

Morador do bairro fez vídeo denunciando a situação e mostrou como o prédio está após invasão.

Basquete que Transforma: Associação de Paraguaçu une esporte, inclusão e novas oportunidades

Desde 2017, a ABP atende mais de 300 crianças e adolescentes.

SUS adquire tecnologia para produzir principal remédio contra o HIV

Farmanguinhos internaliza processo desde 2020 e aguarda aval da Anvisa.

Kultur Fest é neste domingo em Cruzália

Evento celebra a cultura alemã com apresentações culturais, música, dança e gastronomia típica.

Juíza determina suspensão da Festa do Ovo de Bastos até apresentação de laudos de segurança

Decisão impede a Prefeitura de realizar o evento, sob pena de multa de R$ 500 mil reais.

Inscrições para Fies terminam nesta sexta-feira

Estudantes podem utilizar o Portal de Acesso ao Ensino Superior

Operário cai de andaime após sofrer descarga elétrica em Assis

Homem manuseava uma barra de ferro quando o material encostou na rede elétrica.

ANUNCIE DIVULGUE