Sexta-Feira, 06 de Fevereiro Paraguaçu Paulista 32ºC - 20ºC veja mais

Moradora de condomínio em Marília denuncia suposto envenenamento coletivo de pets

20/02/2023 - Situação virou caso de polícia e um boletim de ocorrência foi registrado como ato de abuso a animais


Moradora de condomínio em Marília denuncia suposto envenenamento coletivo de pets

Uma série de tentativas de envenenamento de pets vem assustando moradores de um condomínio residencial, em Marília (SP). Em um único final de semana, ao menos três animais apresentaram sintomas de intoxicação, e um deles morreu.

Uma moradora do condomínio, que preferiu não se identificar, contou que os animais no local, em especial cachorros e gatos, são comuns. “Muita gente tem pet e tem também alguns animais que invadem o condomínio, são alimentados por moradores e acabam ficando”, diz.

No entanto, segundo a moradora as tentativas de envenenamento também se tornaram comuns. No dia 12 de fevereiro um gato, de nome Pitoco, foi morto e o cachorro Bobby precisou ser levado para o médico veterinário. “Levei ele quase morto no meu braço, muita crueldade”, conta a moradora.

A situação chegou até a polícia e um boletim de ocorrência foi registrado no dia seguinte como ato de abuso a animais. No mesmo final de semana, outro cachorro também quase foi envenenado.

“Uma moradora que foi passear com o cachorro dela viu um pão pelo condomínio. A cachorra dela pegou, mas ela não deixou ela comer. Essa tutora pegou e levou o pão na veterinária, que confirmou se tratar de veneno”, relata a moradora.

“Aqui no condomínio já vimos dois gatos morrerem atropelados no estacionamento, mataram envenenado um outro gato, agora mais esses casos, sem contar o que nós não sabemos”, afirma a moradora sobre o histórico de maus-tratos animais no local.

A moradora diz que aguarda o laudo necroscópico do gato morto para confirmar o envenenamento. Em relação ao cachorro Bobby, que não possui um tutor, ela afirma que já gastou R$ 1,7 mil para a sua recuperação. “Ele ainda está com alterações neurológicas, preciso fazer uma vaquinha para ajudar no tratamento”.

“Do mesmo jeito que jogaram veneno para matar qualquer animal, eles podem fazer isso com os meus. Eu estou com medo de morar aqui, não sei o que faço”, diz.

 

Fonte: G1



MAIS NOTÍCIAS

Exame que detecta mais de 500 doenças tratáveis em bebês não precisa de pedido médico

Exame fica pronto em 20 dias e pode ser parcelado em até 10x no Laboratório Bioquímico.

'Saúde não espera', diz vereador sobre falta de transporte e medicamentos na saúde em Paraguaçu

O vereador Fábio Santos usou a tribuna da Casa de Leis para falar sobre a saúde no município.

Anvisa e MPF assinam acordo para combater cigarros eletrônicos

Parceria visa garantir resolução que proíbe comercialização dos vapes

Operação contra tráfico de drogas apreende pés de maconha e haxixe em Salto Grande

Ação da Policia resultou na prisão em flagrante de um homem

Homem é assassinado a facadas em Ourinhos; polícia prende dois e apreende menor

Testemunhas relataram que três pessoas teriam participado do crime

Associação de Basquete Paraguaçu - desde 2017 dando vida ao basquete

São mais de 300 alunos e uma gama de professores qualificados

Técnico de enfermagem morre após acidente entre carro e caminhão na Rodovia Raposo em Maracai

Fernando Henrique Negrão da Cruz, de 30 anos, integrava as equipes do SAMU

Mulher dada como morta por engano após atropelamento recebe alta e deixa hospital em Bauru

Depois de 19 dias internada, Fernanda Cristina Policarpo, de 29 anos, deixou o Hospital de Base.

ANUNCIE DIVULGUE